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Artigos sobre: Dinis Machado

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[17 Nov 2009 | 9 Comentários | ]
<i>Blackpot</i>, Dennis McShade

Blackpot é a criação literária de um pesadelo, a invenção de uma chave, uma libertação. É uma trama na prosa certeira e desconcertantemente eficaz de Dennis McShade, que convoca a morte, conversa com ela, verte o encontro em palavras como dentes a morderem a precariedade da existência, a estreiteza do mundo.

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[30 Oct 2009 | 2 Comentários | ]
Pré-Publicação: <i>Blackpot</i> de Dennis McShade

O há muito aguardado Blackpot, inédito de Dennis McShade (Dinis Machado), estará nas livrarias a partir de 5 de Novembro, pela mão da Assírio & Alvim. Guardado entre os papéis de Dinis Machado, sem data, Blackpot terá sido escrito cerca de 20 anos após a trilogia maynardiana, entre 1983-1985. Em pré-publicação, deixamos o capítulo 19.

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[22 Jun 2009 | 2 Comentários | ]
<i>Mulher e Arma Com Guitarra Espanhola</i>, Dennis McShade

Dez mil dólares. É esta a munição e o disparo de Mulher e Arma Com Guitarra Espanhola, o último livro da trilogia Dennis McShade, pseudónimo de Dinis Machado, escrita entre 1967 e 1968, agora reeditada pela Assírio & Alvim. À maneira do humor “machadino”, são dez mil dólares para o fim de uma saga escrita num ano por vinte contos de réis.

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[21 Nov 2008 | 8 Comentários | ]
<i>Requiem para D. Quixote</i>, Dennis McShade

Já disponível nas livrarias, Requiem para D.Quixote é o segundo andamento da magistral orquestração de Peter Maynard, o assassino profissional criado por Dennis McShade, autor sombra que escondeu e revelou Dinis Machado.

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[3 Oct 2008 | 7 Comentários | ]
<i>Mão Direita do Diabo</i>, Dennis McShade

À necessidade de pôr o pão na mesa, junte-se o amargo e o doce da vida, uma mão cheia de livros lidos e a linguagem da rua. Envolva-se tudo com perícia e lance-se na eternidade, em três doses. A fome dos leitores será a levedura.

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[28 Jun 2006 | 2 Comentários | ]

O que diz Molero é um livro cheio de vida e cheio de força. É um hino aos portugueses dos bairros, aquelas personagens peculiares com quem todos nós já nos cruzámos.

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[26 May 2006 | 1 Comentário | ]

Aceita-se o dinheiro para se matar quatro homens. É esse o trabalho e há que ser profissional. Quando se quer ser o melhor há certas questões que não se colocam. Há certas coisas sobre as quais não se pensa.